quinta-feira, 28 de julho de 2011

John Stott


"Não digamos um adeus a John Stott, mas um até breve! O bom guerreiro combateu o bom combate, acabou a carreira e guardou a fé. Agora lhe resta a coroa da justiça, que o Senhor, justo juiz, lhe dará naquele dia. Repito aqui as palavras de um comentário postado no blog Ovelha Perdida: "O mundo ficou mais pobre, mas o céu mais rico”. Perdemos recentemente David Wilkerson e, agora, Stott. Duas perdas que se revestem de significado para nós, porque foram dois homens que deixaram o seu legado a toda uma geração de cristãos em todo o mundo. Homens que não negociavam os valores da fé. Homens de Deus!"

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Preconceitos e Xenofobia

"Alguns europeus continuam com a mesma mania de superioridade no que diz respeito a países que não pertencem ao seu Continente. Tal atitude destituída de senso pode ser considerada uma espécie de preconceito velado e um retrocesso às relações amistosas e fraternas entre os países. Embora o Brasil não faça parte da Europa, está superando com números positivos e crescimento muitas nações que se achavam por cima da carne seca. Desculpe discordar de sua opinião, mas a mesma nos deixa perceber algum resquício de xenofobia latente em sua propositura. Extremismos e preconceitos só geram transtornos. Temos o exemplo da Noruega."

Minha réplica ao comentário de uma leitora contrária ao Acordo Ortográfico no Diário de Noticias de Portugal.

Acordo Ortográfico


"O Acordo Ortográfico não é mal em si mesmo para os países de fala lusófona. Uniformizar o idioma, conquanto seja uma tarefa, deveras, digamos, complicada; pode a longo prazo possibilitar uma maior facilidade linguística e ortográfica aos falantes do português. Como brasileiro, às vezes soam incompreensíveis algumas expressões coloquiais de nossos irmãos além-mar. A tendência ao consonantismo parece truncar a sonoridade de algumas palavras, bem como sua compreensão. O vocalismo brasileiro, com todo respeito, é bem mais melodioso."

Comentário ao artigo "Deveras decepcionado" no Diário de Notícias de Portugal 

terça-feira, 26 de julho de 2011

Caça antiga às baleias


"Caçar baleias no passado era algo artesanal como pescar sardinhas. Os mares eram muito mais piscosos e abundantes do que em nossos dias. Além disso, os pescadores não contavam com o aparato tecnológico da modernidade com seus sonares e satélites que não dão chances aos cardumes. Eles tinham que contar com a sorte e com a perícia intuitiva de seus mestres ou proeiros para serem bem sucedidos. Eram tempos românticos em que a atividade pesqueira não agredia os oceanos, mas eram sobretudo unicamente para a subsistência dos caiçaras." 


Comentário ao artigo "Portugueses já caçavam baleias no século XIII" no Diário de Notícias





"Parece que as manifestações xenofóbicas e ideológicas estão ganhando corpo em todo o mundo. Episódios de intolerância e ódio se desenvolvem alimentados pelas incertezas acerca do futuro e pela desilusão de muitos quanto a ineficiência dos modelos vigentes de governo. Uma juventude sem aspirações e sem rumo é terreno fértil para se plantar idéias reacionárias absurdas que culminam com atos dos mais improváveis. A tendência destes tempos é o recrudescimento de um discurso cada vez intransigente e contrário à aberturas ou concessões. O círculo está se fechando para todos nós e o retorno à barbárie de outros tempos já está sendo ensaiado por algumas minorias com a anuência e descaso dos governos inertes a tais evidências."
Comentário ao artigo "O terrorista de Oslo está a servir-se de nós" no Diário de Notícias. 

Evangelho de Conveniências

"Hoje se percebe um evangelho de conveniências e sem compromisso com a Palavra. O que importa é encher igrejas, inflar egos e dar ao povo "pão e circo". Nestas ditas igrejas com toda a certeza nós não seríamos convidados a pregar. Que continuemos a nossa missão profética de denunciar o erro. Sendo convidados ou não. O que importa é fazer a vontade do mestre até que o Senhor retorne. Então,cada um receberá o que merece segundo as suas obras."


Comentário à postagem "Vai um pregador aí?" no blog Professor apologética.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Paulo também era humano

"Paulo era homem. Como homem enfrentou com coragem e fé em Deus todas as vicissitudes da existência temporal. Como homem tinha consciência de suas debilidades e carências físicas e emocionais. Como homem palmilhou o chão de dores do mundo com um impávido coração e com uma certeza inamovível na alma. Como homem sentiu a  necessidade de amigos para dialogar e desabafar as angústias próprias da humanidade. Como homem tinha fome da palavra!"


Comentário do  Pb. Geovani F. dos Santos ao artigo  "As três necessidades de Paulo" publicado no blog : A Supremacia das Escrituras" 




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